CAIXA alerta: Proteja-se de Golpistas

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Pessoas mal intencionadas podem usar truques e mentiras para tentar roubar você. Contra elas, a melhor defesa é a informação. Descubra como reconhecer os golpes mais comuns.

Em caso de problemas, ligue o quanto antes para a Ouvidoria da CAIXA e informe os dados fornecidos pelo golpista. 

Ligue Ouvidoria: 0800 725 7474.

 

  • Falso mecânico

O golpista liga para a vítima e, se passando por membro da família, diz estar em uma determinada rua/estrada quando seu carro quebrou.

Em seguida, pede à vítima para cobrir os gastos com o reparo do veículo depositando a quantia na conta do suposto mecânico, pois o profissional não aceita cartão de crédito.

Na verdade, a conta corrente ou de poupança é do golpista, e o dinheiro é sacado imediatamente.

  

  • Falso sequestro

Os golpistas ligam para a vítima dizendo que um membro da sua família foi sequestrado e que, se não for depositada uma quantia imediatamente, será ferido ou morto.

Em alguns casos, os golpistas também pedem números de códigos de cartões de recarga para celulares pré-pagos. Esses códigos servem para os presos se comunicarem de dentro dos presídios.

Após depositado, o dinheiro é sacado imediatamente.

 

  • Falso empréstimo

O golpista se aproxima de pessoas (físicas ou jurídicas) com dificuldades econômicas e/ou restrições de crédito dizendo que, através de um “esquema”, ele pode liberar empréstimos em condições vantajosas.

É solicitado à vítima que faça um depósito em determinada conta corrente a título de comissão, taxa de crédito, IOF ou seguro como condição para a liberação do empréstimo.

O dinheiro é sacado assim que entra na conta do golpista.

 

  • Falsas premiações ou sorteios

A vítima é informada, geralmente pelo celular, que ganhou ou foi sorteada em falsos concursos e sorteios de grandes empresas com marcas conhecidas no mercado. /p>

Para “liberação do prêmio”, é solicitado à vítima que faça um depósito em determinada conta como condição para “liberação do prêmio” e o valor é sacado pelo golpista imediatamente.

Há casos nos quais os golpistas pedem também o depósito de algum valor a título de impostos, taxa de cadastro, protocolo, processamento, doação etc.

 

  • Falso recebimento de planos econômicos

Passando-se por um advogado, o golpista entra em contato com a vítima e diz que tem condições de liberar de forma rápida valores de planos econômicos (Plano Collor, Plano Bresser, Plano Real, etc) uma vez que o judiciário teria autorizado estes saque.

Convence a vítima de que ela tem direito a estes valores e, então, passa a negociar um depósito a título de pagamento de custos e honorários do advogado.

Depois de efetuado o depósito, não se consegue mais contato com o advogado/empresa.

 

  • Falsa doação

Se passando por uma falsa autoridade ou pessoa conhecida publicamente, o golpista liga para vítima pedindo doações para uma ONG, fundação ou creche. Depois, informa um número de conta para depósito dos valores, sendo os valores sacados imediatamente.

Nestes casos, antes de realizar qualquer doação, certifique-se de que a instituição informada realmente existe e se ela reconhece o número da conta que será utilizado para a doação.

 

  • Falsos boletos gerados pela internet

O cliente de posse do boleto vencido, procura atualizá-lo pela internet, entretanto, essa atualização acontece dentro de um site falso muito parecido com o oficial.

No momento em que o novo boleto é gerado, o site falso troca propositadamente o código de barras para direcionar os pagamentos à conta corrente do golpista.

 

  • Recebimento de boletos sem prestação de serviços enviados para os cidadãos

O golpista efetua a abertura de uma conta, contrata a cobrança bancária ou pede a reativação da cobrança em conta já existente e passa a gerar boletos. Depois, envia para a população indiscriminadamente, sem que tenha ocorrido qualquer prestação de serviços. O nome da empresa que aparece nos boletos e os valores cobrados confundem as vítimas que acreditam se tratar de uma cobrança obrigatória.

Se alguém pagar, é lucro para o golpista.

 

Fonte: www.caixa.gov.br